SER CHIQUE É…

Bem.. voltando a escrever um pouquinho..

Recebi um e-mail estes dias atráz que vale muito a pena postar em meu blog (#blogesquecido haha!). O autor é desconhecido, mas quem me mandou o e-mail, minha amiga Natália A. Betim (foto), faz com que pensamos o quanto é importante em nossas vidas sermos “chiques”. E nada mais, nada menos ela para poder mandar um e-mail destes aos amigos..

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SER CHIQUE É…

Nat

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas, como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
No entanto, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

Autor desconhecido

Cotidiano

 

handcube

Vivemos num mundo cercado por normas, leis, códigos e o tempo. O fator tempo tomou conta de nossa vida cotidiana. A globalização, o avanço da tecnologia, o trânsito, a urbanização, tudo isso somam-se a outros fatores que contribuem para uma vida atribulada. Nessa rotina diária sente-se que há uma constante falta de tempo. Em contrapartida essa falta de tempo pode ser sinônimo de excesso de tarefas ou falta de organização.
Num cotidiano onde acordamos tarde, saímos correndo, enfrentamos tráfego intenso e chegamos atrasados, acabamos nos esquecendo de usufruir de coisas triviais.

A correria diária que enfrentamos leva ao esquecimento de ações tão pequenas como sentir o ar fresco da manhã, a chuva tocando nossa pele, o cheiro das flores na primavera, o cheiro de grama, o canto dos pássaros, a risada de crianças brincando, ficar feliz ao ver o sorriso ou o calor do abraço de alguém querido. Deveriam ser atos triviais, mas que pela freqüência com que realizamos estão se tornando raros. Essas ações tornam-se tão raras que temo que no futuro ao questionar um adulto que hoje é criança sobre memórias de sua infância este se lembre do cheiro da falta de saneamento básico, de pisar no asfalto, pois não havia grama ou de brincar dentro de casa num dia ensolarado devido à insegurança.

Amanhã  ao acordar relembre de ações pequenas, valorize as pessoas ao seu redor, usufrua da presença delas, surpreenda, cumprimente as pessoas, sorria, abrace alguém, sorria ao ver crianças brincando, sorria ao ver um casal apaixonado e auxilie um necessitado. Tente isolar o barulho do trânsito e apenas ouvir o canto dos pássaros, a risadas das crianças. Cante, dance, pule, grite, deseje, reze, beije, abrace, aproveite, divirta-se, mas acima de tudo AME e seja amado.

Por isso devemos nos lembrar de que a cada dia que acordamos de agradecermos por mais um dia que vemos o sol, de estarmos vivos, de vivermos num país que mesmo com tantas desigualdades sociais ainda é geograficamente estável quando comparado a outros países. Como vamos deixar um futuro melhor para as próximas gerações? Se você em algum momento de sua vida se fez essa pergunta e não achou resposta, aqui queremos ajudá-lo. Podemos sim, deixar um mundo melhor para as próximas gerações basta colocarmos em ação novas atitudes e mudarmos antigos hábitos. Algumas simples mudanças de atitudes em sua vida diária colaboram com a preservação do meio ambiente como: apagar a luz num cômodo que ninguém está utilizando, separar o lixo, utilizar folhas frente e verso, trocar lâmpadas brancas por econômicas, reaproveitamento de alimentos e ainda promover carona solidária.

Você  pode começar agora! Não sabe como! Que tal ir até a janela respirar fundo, tentar ouvir o canto dos pássaros. Se mesmo assim você  não conseguir, que tal visitar os parques de sua cidade para entrar em contato com a natureza. Essa atitude certamente vai lhe trazer tranqüilidade e reviver ações tão interiorizadas, porém esquecidas. Neste espaço queremos ajudá-lo a disseminar ações sustentáveis que promovam a preservação do meio ambiente e o futuro das próximas gerações.

O Menino das Meias Vermelhas

 

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por Carlos Heitos Cony

          Todos os dias ele ia para o colégio com meias vermelhas. Era um garoto triste, procurava estudar muito mas na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa.

          Os outros guris zombavam dele, implicavam com as meias vermelhas que ele usava. Um dia, perguntaram porque o menino das meias vermelhas só usava meias vermelhas.

          Ele contou com simplicidade:

          "No ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo. Botou em mim essas meias vermelhas. Eu reclamei, comecei a chorar, disse que todo mundo ia zombar de mim por causa das meias vermelhas. Mas ela disse que se me perdesse, bastaria olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas saberia que o filho era dela."

          Os garotos retrucaram:

          "Você não está num circo! Por que não tira essas meias vermelhas e joga fora?"

          Mas o menino das meias vermelhas explicou:

          "É que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas. Quando ela passar por mim vai me encontrar e me levará com ela."

Nunca tire o sonho e a esperança de uma criança.

O Vendedor de Balões

BlackBalloon copy

Era uma vez um velho homem que vendia balões em uma quermece.

Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se aos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.

Havia ali perto um menino negro.

Estava observando o vendedor e, é claro, apreciando os balões.

Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltouum azul, depois um amarelo e finalmente um branco.

Todos foram subindo até sumirem de vista.

O menino, de olhar atento, seguia a cada um.

Ficava imaginando mil coisas.

Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.

Então se aproximou do vendedor e lhe perguntou:

– Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:

– Não é a cor, filho, é o que está dentro deleque o faz subir.

– * –

Não importa o corpo que nos envolve, se é branco, preto ou amarelo, se é belo ou feio, se está fisicamente perfeito ou não. O que importa realmente é o que temos dentro de nós: Nossa alegria de ajudar e servir ao nosso proximo. É a esperança, é a fraternidade que definem a nossa condição de seres humanos.

Procura-se Um Amigo

 

Não precisa ser super -homem, basta ser humano, basta ter sentimento, basta ter coração. Precisa falar e calar, sobretudo saber ouvir.

mammy

Deve gostar de poesia, da madrugada, dos pássaros, de sol, de lua, de canto dos ventos, das canções da brisa.

taua

Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.

katinha2

Deve amar o próximo, guardar segredos, e respeitar a dor que os passantes levam consigo.

camila

Deve ter um ideal e medo de perdê-lo. Tem que ter ressonâncias humanas, sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Não precisa ser gênio, mas que não seja totalmente vulgar.

fer

Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

nessa

Procura-se um amigo que afine com agente, que goste do que gostamos e que se comova quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações da infância.

eliezer

Precisa-se de um amigo para a gente não enlouquecer, para contar a ele o que se viu de belo e triste, durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poços e caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva.

juju

Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque se tem um amigo.

beta

Precisa-se de um amigo para a gente parar de chorar e não viver debruçado sobre o passado, em busca de memórias perdidas. Que bata nos ombros sorrindo e chorando, nos chamando de amigo.

nat2

Preciso de um amigo para ter consciência do que sou gente e ainda estou vivo.